Com­pe­tição de mecâ­nicos – Uma expe­riência trans­for­ma­dora para a car­reira

Ivan Salvo, da Ponsse Chile, está acom­pan­hando a Com­pe­tição Inter­nacio­nal de Mecâ­nicos Ponsse com grande inte­resse. Ele con­hece a emoção de com­pe­tir e como essa expe­riência pode mudar sua vida e sua car­reira.

Ivan Salvo par­tici­pou da Com­pe­tição Inter­nacio­nal de Mecâ­nicos Ponsse em 2023 e agora, dois anos depois, está de volta à Finlân­dia como trei­na­dor. Muita coisa mudou nos últi­mos dois anos em sua vida.

Ivan em 2023 como com­pe­ti­dor.

“Par­tici­pei desta com­pe­tição há dois anos como um desa­fio pes­soal. Eu que­ria tes­tar min­has habi­li­da­des, mas aca­bei desco­brindo o quanto ainda não sabia”, lembra Ivan. “Mesmo estando aqui como trei­na­dor e espec­ta­dor, esta com­pe­tição ainda é muito emocio­nante para mim e traz mui­tas boas lembranças.”

“A com­pe­tição é uma boa opor­tu­ni­dade para ver o quanto você sabe, por exemplo, sobre sis­te­mas de cont­role, mecâ­nica das máqui­nas e também desco­brir mui­tas novas manei­ras de tra­bal­har. Mas você também descobre o quanto ainda tem que apren­der e crescer como pro­fis­sio­nal.”

Esse recon­heci­mento lhe deu moti­vação para começar a apri­mo­rar seus con­heci­men­tos e habi­li­da­des como mecâ­nico.

“Comecei a ler e estu­dar manuais de máqui­nas para apren­der mais sobre como elas funcio­na­vam e isso foi um avanço na minha vida pro­fis­sio­nal. Depois con­ti­nuei estu­dando para me tor­nar téc­nico”, conta Ivan. 

Hoje, Ivan tra­balha como con­sul­tor de ser­viços e instru­tor na orga­nização glo­bal de ser­viços da Ponsse. Ele treina mecâ­nicos chi­le­nos, mas também espera poder via­jar pela Amé­rica Latina com­par­til­hando as habi­li­da­des que apren­deu.

O cresci­mento pro­fis­sio­nal não parou. Desta vez, Ivan ficou cinco sema­nas na Finlân­dia e tra­bal­hou com mecâ­nicos e téc­nicos fin­lan­de­ses nos ser­viços de explo­ração madei­reira e na oficina para mel­ho­rar ainda mais suas habi­li­da­des e téc­nicas de detecção de fal­has nas mais varia­das situações de ser­viço.

“Esta foi uma grande mudança na minha car­reira. Não acre­dito que isso teria acon­tecido sem a expe­riência reve­la­dora da com­pe­tição”, ele con­ti­nua.

Ótima expe­riência de apren­dizado

Dois dias de com­pe­tição e 12 tare­fas dife­ren­tes exi­gem muito dos com­pe­ti­do­res, que resol­vem proble­mas que vão desde ins­ta­lações mecâ­nicas a tare­fas de manu­tenção e detecção de fal­has hidráu­licas e sis­te­mas de infor­mação. Como alguém se pre­para e treina para a com­pe­tição?

“Eu incen­ti­vei os mecâ­nicos a estu­dar manuais e pra­ticar suas habi­li­da­des básicas. Na mai­o­ria das vezes, quando você se concentra e lê as instruções aten­ta­mente, você con­se­gue se sair bem. Não posso aju­dar os concor­ren­tes com suas tare­fas nem dizer a eles como fazê-las, mas posso ajudá-los a se pre­pa­rar men­tal­mente falando sobre minha própria expe­riência”, conta Ivan.

Na com­pe­tição, os juízes acom­pan­ham de perto o desem­penho dos com­pe­ti­do­res e os ava­liam de vários pon­tos de vista. Entre out­ras coi­sas, os juízes ava­liam segu­rança ocu­pacio­nal, habi­li­da­des de solução de proble­mas, méto­dos de tra­balho, capaci­dade de seguir instruções e rea­lizar tes­tes de máqui­nas em tare­fas de manu­tenção. Cada com­pe­ti­dor recebe um feed­back pes­soal sobre seu desem­penho, bem como uma desc­rição de cargo por esc­rito para per­mi­tir o apren­dizado.

Além de apren­der e com­pe­tir, a com­pe­tição é uma ótima opor­tu­ni­dade para con­hecer cole­gas de dife­ren­tes paí­ses e trocar expe­riências, méto­dos de tra­balho e ideias. “Acre­dito que todo com­pe­ti­dor sai da com­pe­tição com con­fiança e moti­vação para apren­der mais. Existe um espí­rito posi­tivo e união entre os mecâ­nicos; o tra­balho semel­hante nos aproxima”, con­ti­nua Ivan.

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